domingo, 8 de dezembro de 2013

Design Open Source


Estava passeando pela incrível internet e vi um texto no site Design Atento, sobre um projeto de uma bolsinha feita com garrafas pet da designer austríaca Zitta Schinitt... Ok ok todos sabem que a internet está cheia de tutoriais  de produtos feitos com matérias reciclados, mas o que me chamou a atenção foi a proposta do trabalho: design open source. Isso mesmo: um projeto onde o designer explica o passo a passo e os materiais para qualquer pessoa fazer.

O projeto da bolsinha, você encontra aqui

 Existem outros projetos de livre acesso e reprodução:

Opentap Collection do escritório Dosuno Design,  aqui

OpenDesk  Lean Range do estúdio 00aqui 

Bookshelf Light, Berend Everdingen, aqui 


Pod, do designer  Samuel Javelle. Um banquinho bem criativo disponível aqui.


Luminária com madeira flexível, Fablamp de Astrid Van Rooij- Lubsen, 

Sketch Chair do Diatom Studio, aqui


Todo designer sabe das dificuldades para tirar um projeto do papel e coloca-lo no mercado, o Design Open é uma saída para aproximar  projetos e  usuários, e permitir o livre acesso à soluções criativas que podem mudar o dia a dia das pessoas.  O designer que desenvolve projetos com esta temática encontra uma árdua tarefa: projetar algo que realmente seja necessário e funcional, encontrar processos e materiais de fácil acesso e praticar o desapego! Mas o design é isso mesmo, de nada serve um super projeto que fica guardado na gaveta.

Um bom desafio para 2014 é fazer um projeto open, mas se faltar coragem tem o movimento Maker que incentiva pessoas a desenvolver e compartilhar projetos; e um filme muito legal sobre pessoas que usam novas ferramentas para colaborar e recriar o mundo em que vivem. Mais sobre o filme em wearemakers.org

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Madeiras Alternativas

Quando pensamos em móveis ou qualquer outro produto feito com madeira, os primeiros nomes que vem a mente são daquelas mais comuns como o Carvalho, Mogno, Freijó, Cerejeira entre outras e muitas vezes não levamos em consideração que o uso destas madeiras incetiva a exploração desenfreada e o corte ilegal destas espécies, podendo leva-las a extinção. 
Uma forma de preservar estas espécies é divulgar e promover o uso de outros tipos de madeira, principalmente as tipicas de cada região. Usar madeiras alternativas além de reduzir os custos com material (como essas madeiras são pouco conhecidas seu preço é bem menor em relação as demais), contribui para o desenvolvimento das comunidades que realizam o manejo sustentável e permite inserir a identidade local nos projetos. Mesmo pouco utilizadas essas madeiras possuem qualidade suficiente para produzir móveis, objetos, construções e podem ser  amplamente utilizadas pela industria.
Hoje existem vários concursos nacionais que premiam projetos que utilizam tais madeiras, como por exemplo o Móvel Sul e um deles é referência no uso da madeiras para produção de móveis: Prêmio Nacional Madeiras da Amazônia, móveis e design, esse prêmio é uma parceria do IBAMA e do Laboratório de Produtos Florestais criado para incentivar o uso destas madeiras pouco conhecidas e que podem ser o diferencial de um projeto.

No site do Laboratório de Produtos Florestais é possível encontrar uma serie de informações sobre soluções e materiais que são extraídos de forma sustentável da floresta. 

E para quem ainda não conhece as belas madeiras que existem nas florestas do Brasil, uma pequena amostra.




domingo, 10 de novembro de 2013

H.O.D.

Home office desk

Este é um dos projetos que elaborei em 2013, em breve mostro outros trabalhos.


H.O.D - 

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Minimal Design - signo, simbolo e atemporal

O termo minimalismo é utilizado para classificar objetos com uma refinada limpeza formal, transmitindo idéias como impessoalidade, simplicidade e funcionalidade.
Os primeiros esboços que sugerem um design minimalista surgem na década de 50, influenciado por movimentos artísticos como o Concretismo.

Qualquer semelhança com o Minimalismo não é mera coincidência.


Mas como referencia estética para objetos e produtos o minimalismo só ganha força nos anos 80, ate então havia um forte apelo funcional como vemos nos trabalhos do casal Charles e Ray Eames  e nos objetos da marca Braun. As grandes mudanças culturais do período permitiram  ao designer maior liberdade projetual surgindo um grande volume de objetos criativos feitos para os mais diversos perfis de usuário; deixando de lado a proposta do “ less is more”.
Mas toda essa expressividade na década de 80 da origem a um movimento contrario  com produtos extremamente geométricos, claros, evidentes  e concisos do ponto de vista formal, ou seja: resulta no que conhecemos hoje como design minimalista.
 Mas o design minimalista não abandonou a funcionalidade, ela continua como característica principal há apenas uma aversão ao excesso de cores e formas irregulares.  O minimalismo busca o “signo” de cada objeto, a menor unidade para caracterizá-lo, pode-se ate dizer que no minimalismo a forma segue a função.

O produto minimalista, além de ser  “ clean e arrojado” costuma a seguir outras características :

  • A busca pelo ícone, a representação mental mais simples de um objeto;
  • Objetos simbólicos;
  • É um design atemporal.

Hel Chair